Alghero
O turista que vem na
Sardenha não pode deixar de visitar a cidade de Alghero, a principal localidade turística localizada na
costa norte – ocidental da ilha com vou direto de
varias capitais europeias.
Alghero foi sempre um importante porto de pescadores, ainda hoje, a pesca è uma atividade essencial para a sua economia.
E nos seus numerosos restaurantes longos aos bastiões em um por do sol
maravilhoso você não pode deixar de degustar a variedade de especiarias
gastronômica local, como a “Lagosta de Alguero” que è um dos produtos mais
refinados da Ilha e a “Paella Agherese”, um prato inventado em 2003, em ocasião das celebrações dos 900 anos da cidade.
Alghero foi fundada pelos
genoveses no século XI como aldeia de pescadores que ficaram no poder ate
meados de 1280 e em 1353, depois de trinta anos de resistência, Alghero cai nas mãos dos invasores
espanhóis e è insidiada por colonos catalães. Em 1372, depois da enésima
revolta, os últimos habitantes
sardos foram impulsos e obrigados a refugiar si no interior e Alguero se transforma definitivamente em
Catalunha e vem chamada de “ALGUER”.
Por muitos séculos, Alghero
teve os seus anos de glòria como importante porto de escalo em Sardenha para os Catalanos Aragoneses antes e os
espanhóis depois.
Ainda hoje, depois de
três séculos da sua liberação dos dominadores espanhóis, na cidade se respira
uma palpável atmosfera espanhola, e a língua catalã è muito falada entre a população
e a maioria dos cardápios são escritos em italiano e catalão.
A sua historia, se
respira passeando pelas características estradinhas do centro histórico, nas
fachiadas dos prédios antigos, nas bodegas de artesanato, no som da antiga
língua catalã, nas historias e lendas de antiga civilização.
Porém a sua alma não
está somente no seu Centro histórico e nos seus muros seculares, mas, se
encontra no mar que há circunda. Um mar sempre presente com uma vista
panorâmica da reserva natural de " Capo Caccia - Sardegna Turismo" temperatura agradável
durante o inteiro ano. Um porto turístico, onde grande Yacht se mistura
com o colorido das embarcações dos pescadores.
“Loney Planet”
fotografias: Marileide
Dourado/ Maurizio Turitto
A Paella Algherese
A “ Paella Algherese”, delicado e perfeito conúbio de costumes de gente do mar com aquela de
gente de terra. Uma perfeição de mistura de ingredientes da cozinha típica
sarda e os ingredientes clássicos da “ Paella Catalana”
Palavras a um esperto e professor de gastronomia
sarda o senhor Giovanni Fancello:
_ A paella Algherese, mesmo sendo um prato
inventado em ocasião de um festejo è
um prato bem estruturado e definitivamente um dos pratos mais famosos da
cidade, não se entende por que vem utilizado um termo da cozinha internacional espanhola.
A receita histórica espanhola era preparada com arroz, alcachofra, piselli ou
fava e as vezes com pimentão e pedacinhos de coelho ou frango. Hoje adaptada aos turistas se acrescenta
carne ou peixe.
Por os seus ingredientes e tipo de cozimento è já uma evolução do antigo arroz de pilaf (ou pilaff, pilaw, pilau) de provável origem persiana e se pode encontrar nos livros de receitas sardas com os nomes (“pilau, pilafi”). Na elaboração da Paella Algherese não se usa o arroz, mas a “fregula”( termo campidanese – zona sul da Sardegna para um prato típico da cozinha sarda), que em Catalão se chama “Suc” e em Logudores ( localidade perto de Alghero) “Succu”.
De acordo com a opinião do
nosso professor de gastronomia sarda, não foi respeitada a evolução dos termos “ Paella” ( que significa panela de ferro batido, criada nos meados do século
XVII) e que è derivado da língua latina “
patella”, que deu origem tanto ao nome em espanhol que aquele em italiano de “Padella”, ou seja, panela em
português. Por isso, afirma o prof. Giovanni Fancello que a “Paella Algherese” poderia ser acompanhada com um nome
algherese.
A receita da Paella Algherese è cuidadosamente guardada em mãos dos chefs dos melhores restaurantes de Alghero, mas eu conseguir uma para nós.
Receita para 4 pessoas
ingredientes
• 330 gr de arroz
• 3 lulas médias
• 1 kg de mexilhões
• 6 camarões
• 250 gramas de amêijoas
• 3 camarão médios
• 5 colheres de sopa de ervilhas
• 1 cebola
• 1 dente de alho
• 1 sachê de açafrão
• salsinha picada
• azeite de oliva
• sal
• 2 copos de vinho branco
• pimenta
• bottarga
Preparação
- Lave e limpe os mexilhões e as amêijoas,
- Coloque-os para abri-lo em uma panela com uma
tampa por alguns minutos.
- Uma vez que os mexilhões são abertos, retire a
casca vazia da parte sólida e coloque da parte com as amêijoas.
- Drenar a água dos mexilhões e das amêijoas
e adicione mais um pouco de água, algumas cabeças de camarão e deixe
ferver.
- Em uma frigideira com laterais altas coloque o
azeite a cebola em fatias finas o dente de alho a pimenta e o açafrão,
- Deixe refogar e adicione as ervilhas e as lulas
cortadas em rodelas finas
- Após 5 minutos de tempo de cozimento, adicione
os camarões, deixe mais 5 minutos e em seguida, deglaze com dois copos de vinho
branco.
- Deixe evapora o vinho
- Adicionar o arroz e refoga-lo durante 5
minutos,
- Junte o caldo e deixe cozinhar até que o arroz
absorva toda o caldo.
- 2 minutos antes de tirar do fogo, polvilhe com
uma colher de chá de salsinha picada, uma colherzinha de bottarga e
misturar bem
- Sirva bem quente com um fio de azeite de oliva
De sobremesa, experiente o gattò, um doce
feito de amêndoas, mel e casca de laranja e não deixe provar a crema
catalana, ( também uma herança da colonização catalana) e de degustar um ótimo
vinho local o Anghelu Rùju, uma deliciosa imitação do vinho do porto.








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