Grande sucesso a Torino/ Turim, para “Il Salone del Gusto e Terra Madre”- Entre os temas da manifestação, a Sovranidade alimentar e a luta contra os esperdícios.
A manifestação que nasceu 16 anos atrás com poucos
estandes de produtos italianos de excelência, hoje se è transformada em Um congresso mundial da agricultura e do “cibo
sostenibile”. O Salão do gosto de Slow food e Terra Madre, juntos para
celebrar a agricultura de qualidade e tradicional. A kermessa, que è
realizada a cada dois anos a Torino, reúne milhares de pequenos agricultores,
alevadores, pescadores de todos os continentes. Uma grande ocasião para conhecer o fruto do trabalho de
lavradores tradicionais orgulhosos de explicar como cultivam e como vivem, sem
precisar fazer milhares de quilometros.
Alimentos que mudam o mundo è o slogan, muito político,
escolhido esse ano dos organizadores da manifestação, “Porque a nova relação
homem e natureza è o paradigma para sair da crise”.
Quem nunca pensou pelo menos uma vez na vida de poder mudar o mundo? E quanto mais o mundo parece andar mal, quanto mais a crise aumenta, mais esse desejo aumenta e cria força entre muitas comunidades. O problema è sempre o de transformar o desejo em ação, e è da complexidade humana que vem a resposta, mas não sempre concreta. Muitos encontram forças e realizações seguindo uma utopia; outros abraçam novas religiões, e poucos pensam que o mundo se possa realmente mudar através de pequenas ações quotidianas, por exemplo através dos alimentos que levamos à nossa mesa todos os dias.
Na Itália, existem vários produtos de cooperativas, que são produzidos em terras sequestradas à máfia, aumenta o interesse pela “filiera corta”, ou seja, do produtor ao consumador. Esses são pequenos exemplos de presa de consciência da população e das instituições para salvaguardar o território, o trabalho e a qualidade da nossa alimentação em um contexto ético e social.
São tantas as iniciativas governamentais em fermento nos últimos anos e è por isso que podemos afirmar que com o cibo se pode mudar e melhorar o mundo. Està a nòs fazer em modo que o nosso gesto cotidiano de nos alimentar, continue a ser uma ação revolucionária, contribuindo a uma lenta, mas progressiva difusão de sensibilidade a um tema cada dia mais fundamental para a nossa sobrevivência e do nosso planeta.
Como a valorização dos produtos biológicos e dos
pequenos produtores, horta
particular, escolástica o
comunitária e queijo, leite, frutas e verduras comprados do nosso vizinho de
casa.
Com “Terra Madre” e a sua comunidade, faremos uma viagem nos cincos continentes para descobrir historias e experiências das comunidades indígenas que tramando no e saberes antiguíssimos que conservam em vida produções tradicionais em risque de extinção. E ao mesmo tempo demonstram a possibilidade de transformar e distribuir alimentos de qualidade em maneira sostentaveis para o território e uma renda estável para os lavradores e alevadores locais.
A comunidade de Terra Madre è feita de olhares, de
estórias e tradições. São grupos de pessoas que produzem, transformam e
distribuem cibo de qualidade em maneira sostenìvel e fortemente ligado a um
território do ponto de vista histórico, social e cultural, tramandando saberes
antiguíssimos ameaçados da
modernização. Conhecer Terra Madre è fazer uma viagem atravesso os olhos de
pessoas que se batam para salvaguardare produtos que estão desaparecendo,
territórios esquecidos e costumes alimentares milenários.
Das montanhas do Marroco às ilhas de Nova Calendonia,
as milhares de dificuldades de quem dia a pós dia luta para salvar a biodiversidade do
nosso planeta. A Torino foi
possível encontrar os representantes dessa comunidade e degustar produtos e
matérias primas introvavel na Itália.
No Brasil temos duas comunidades muito
representativas:


O progeto Licuri: Na Bahia, o licurì, um tempo era parte integrante da paisagem e o seu consumo era muito difuso, hoje risca de desaparecer. A palma do licurì tem um rolo fundamental na economia local, e para muitas famílias representam a única fonte de renda. Umas comunidades de 120 mulheres se ocupam da transformação dos frutos e se batem contra a deflorestaçao.
As mulheres se ocupam tanto da colheita quanto da transformação dos do fruto, que pode ser consumado verde o maduro, fresco o tostado e pode ser transformado em leite ou em óleo.
Sempre no Brasil, existe a Associação dos pequenos Agrosilvicoltori do Projeto RECA, e envolve 400 famílias empenhadas a recuperar áreas degradadas com implantes de sistemas agro florestais compostos de arvores de frutas que se adaptam ao clima local. Todos os produtos comercializados são vendidos frescos, em polpa ou em forma de suco, gelatina, caramelo, doce o creme.
Diversificação: O Reca conta com grande diversificação de produtos florestais que ajudam a manter os solos ricos e férteis, contribuindo ainda para a preservação do meio ambiente de modo sustentável.
Açai: A safra do açai é processada em nossa fabrica e transdormada em polpa para o mercado regional e nacional.
Cupuaçu Orgânico e Convencional : O cupuaçu é o produto mais abundante em nossas produções, todos os anos são produzidas toneladas de frutos que são transformados em polpa, manteiga e em outros derivados.

Semente de Pupunha Lisa: Com registro no Ministério da Agricultura e com garantia de Germinação e percentual de plântulas lisa.
Fontes: Slow food









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